Filo(Sofia)

“Para todos aqueles que ousaram tornarem-se pais e mães: o desafio é enorme, mas igualmente grande é a quantidade de amor que transborda dos nossos corações”. *-*-*             Chegamos em casa, acabei de buscá-la na creche. Sentamos à mesa e logo

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A dançarina três oitão!

Forró era uma das paixões do seu Zé. Quando aposentou, concentrou todas as suas forças e energias para uma vez por semana mostrar sua habilidade de dançarino… parecia um sapo jogado em uma chapa quente. Era tanta dedicação que arrematou

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Quando o mundo ficou menos alegre…

Espero que quem se deu o trabalho de ler estes contos tenha tido uma leve ideia de quem era meu avô. Óbvio que romantizei algumas cenas, misturei personagens que não existiram e situações que foram amplamente alongadas para dar vida

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Churrasco na lareira

Um certo dia lá estava Zé sozinho em casa. A filha mais nova, Denise, havia viajado e Zé teve uma brilhante ideia. Chamou Pedro Henrique, um sobrinho que morava ao lado e umas amigas do grupo do baralho, Vera, Bete,

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Carnaval, confetes e dentaduras

Meu avô adorava carnaval. Em Baependi, esta era uma festa animadíssima no final dos anos setenta, início dos anos oitenta. Com o sô Zé, a cada Fevereiro ele inventava uma fantasia mais maluca do que a anterior. Basta olhar a

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O Dublê do Rambo

Uma bela manhã de Segunda-Feira, dia preferido de quem não trabalha, lá estava Zé preparando os cortes para os clientes de última hora. Pela experiência, que é a mãe dos atalhos, Zé sabia que os bifes de alcatra, contra-filé e

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Bidú, o cachorro corno de Baependi

Após o atropelamento do Bidú, ele voltou para a casa totalmente recuperado. A aventura amorosa quase custou-lhe a vida. Bidú ficou traumatizado e seu Zé, sabendo da tristeza do companheiro trouxe a sua amante para morar com eles. Bidú ficou

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O Atropelamento do Bidú

A morte do Nilo, cachorro de caça do seu Zé, dilacerou seu coração de manteiga. A única forma de remediar essa dor foi com a chegada de outro cachorro, presente da filha do meio. Bidú, chegou chegando… era da raça

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A dentadura do Geléia

Após quinze dias no Mato Grosso, pescando e caçando codornas gigantes (também conhecidas como Emas), Zé preparava o seu retorno Baependi, Minas Gerais. O tempo passado ali nunca mais abandonaria a sua memória. Tudo pronto e resolvido, carregaram as tralhas

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O Zé da Ema

Baependi, Minas Gerais. Cidade com pouco mais de 10 mil habitantes, tão pequena que quando alguém viaja todo mundo dá falta da pessoa. Lá, tudo é normal como em qualquer outra cidade interiorana de Minas. No centro tem a praça

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Luciano Gouvea

Autor de Shekinah e Coração Tuaregue

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